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sábado, 26 de abril de 2014

Sangue artificial criado a partir de células-tronco será testado em humanos


                    


A produção de sangue em escala industrial está perto de se tornar realidade: cientistas britânicos anunciaram que os primeiros testes do sangue artificial produzido a partir de células-tronco serão conduzidos em breve.

O professor Marc Turner – responsável pelo programa de 5 milhões de libras que é financiado pela Wellcome Trust – revelou ao The Telegraph que sua equipe desenvolveu glóbulos vermelhos que estão aptos para transfusões clínicas.

Para chegar nesse estágio, os especialistas utilizaram uma cultura de hemácias feitas a partir de células-tronco pluripotentes induzidas (também conhecidas como “células iPS”) que foram retiradas de humanos e “transformadas” em células-tronco. Então, os profissionais recriaram condições bioquímicas similares às do corpo humano para induzir as células iPS a se desenvolverem em glóbulos vermelhos do tipo sanguíneo raro e universal: O-.



“Apesar das pesquisas similares que têm sido conduzidas em outros lugares, essa é a primeira vez que alguém produziu sangue com padrões de qualidade adequados e seguros para transfusão em humanos”, revela o professor Turner.

Os cientistas acreditam que os testes serão concluídos até o início de 2017. Basicamente, eles vão buscar tratar três pacientes com talassemia, que é uma desordem sanguínea que requer transfusões constantes. O comportamento das células artificialmente produzidas será monitorado durante todo o processo.

Ainda, os pesquisadores ressaltam que, se a técnica apresentar resultados positivos, esse é um indício de que poderemos ter um estoque ilimitado de sangue artificial do tipo O-, sendo livre de doenças e compatível com todos os pacientes. Além disso, se a descoberta do professor Turner e sua equipe realmente se mostrar eficiente, isso pode reduzir consideravelmente os custos das transfusões sanguíneas.


sábado, 21 de setembro de 2013

Entenda a adoção no Brasil e o passo a passo desse processo



Padronizado e seguro, o processo de adoção no Brasil oferece procedimentos avançados àqueles que buscam ampliar a família. Por outro lado, revela uma realidade condizente com a situação de crianças e adolescentes no cenário brasileiro. Da decisão inicial à efetivação da adoção, é preciso percorrer um caminho longo, burocrático, mas cativante diante da necessidade e importância de assumir tamanha responsabilidade.

Entre os pré-requisitos básicos para o candidato(a) a adotante, a paciência é fundamental diante de um processo que, segundo a coordenadora da Associação Aliança pela Vida (ALIVI), em São Paulo, Maria da Graça Fernandes, demora em média três anos. "Podemos estabelecer essa média, mas tudo depende do perfil. Se o casal quiser adotar um bebê, demora até mais; se for uma criança mais velha é um processo mais rápido. Depende muito do que o casal busca".
A definição do perfil na adoção é diretamente relacionada ao tempo de espera do adotante. Quanto menos restrição ao perfil da criança e do adolescente, maiores são as chances de se obter êxito. "Existem casais que colocam na cabeça um protótipo que não existe. Nós não temos crianças perfeitas, no Brasil é tudo misturado", explica Maria da Graça, que considera o processo de adoção no Brasil "lento, demorado, mas extremamente seguro".

Para dar o suporte necessário em todo esse percurso, os Grupos de Apoio à Adoção, que trabalham para melhorar a vida de milhares de crianças sem famílias, apostam na adoção como a principal solução para os menores que ainda vivem em abrigos ou instituições de acolhimento. "É preciso trabalhar muito para a melhoria dessas crianças, mas os grupos de apoio têm sensibilizado muitos candidatos para as adoções necessárias", explica Maria Bárbara Toledo, presidente da Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção (ANGAAD), no Rio de Janeiro.

Em convívio diário com pessoas que buscam a adoção, Maria Bárbara calcula que "pelo menos 45 mil crianças ainda vivem sem famílias", quadro que preocupa, mas que deve ser minimizado com o crescimento do processo de adoção no Brasil. "Avançou bastante. A adoção ganhou um espaço na mídia, na sociedade, está sendo falada com mais ênfase", destaca.
Com isso, estar informado(a) é o primeiro passo para adotar uma criança ou adolescente. Confira as dicas e os procedimentos necessários para o processo de adoção:

Quem pode adotar:
Pessoas maiores de 18 anos, independentemente de sexo ou estado civil. É necessária diferença de 16 anos entre o adotante e o adotado. Avós e irmãos do adotando não podem adotar. Neste caso é necessário entrar com pedido de guarda ou tutela.Separação de irmãos na adoção:
Irmãos só podem ser separados quando não existe a possibilidade de serem adotados pela mesma família e isto só será comprovado após um estudo psicossocial realizado pela Vara da Infância e da Juventude. É preciso manter o contato entre os irmãos.O passo a passo:

1 - Procure a Vara da Infância e Juventude da cidade onde reside.2 - Apresente os documentos: cópias do RG e do CPF; comprovante de residência; cópia autenticada da certidão de casamento ou nascimento; cópia do comprovante de renda mensal; atestado de sanidade física e mental; atestado de idoneidade moral assinado por duas testemunhas, com firma reconhecida; atestado de antecedentes criminais.

3 - Curso preparatório, seguido de reuniões e entrevistas (individuais e em casal) realizadas por psicólogos e assistentes sociais, com direito a visita domiciliar.

4 - Preencha a ficha com a orientação da equipe técnica determinando o perfil da criança ou adolescente desejada(o).

5 - Finalizada a avaliação do candidato(a) ou casal, a documentação será enviada ao Ministério Público e o juiz será o responsável em dar uma sentença de habilitação à adoção.

6 - Estando apto à adoção, o(a) pretendente entrará no Cadastro Nacional de Adoção e ficará na lista de espera da criança ou adolescente que se enquadrar no perfil previamente estipulado.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Cientistas criam células zumbis em laboratório



São Paulo – Biólogos americanos criaram células zumbis. Elas conseguem trabalhar depois de mortas e ainda desempenham algumas funções melhor do que quando estavam vivas.

Os cientistas envolvidos no experimento são do Laboratório Nacional de Sandia, da Universidade do Novo México. Os pesquisadores revestiram células orgânicas em ácido silícico para que elas conseguissem sobreviver em temperaturas e pressões extremamente elevadas. As células foram embalsamadas com o ácido até um nível nanométrico. Isso permitiu criar uma réplica quase perfeita de sua estrutura.

Quando a célula revestida com o ácido foi aquecida e alcançou a temperatura de 400 º C, sua parte orgânica evaporou. A solução permaneceu como uma réplica da célula viva anteriormente.

Portanto, após o processo, a célula zumbi continuou trabalhando, mesmo depois de sua parte orgânica morrer. Por conseguir sobreviver em condições adversas, essas células puderam executar suas funções com mais precisão do que quando estavam vivas.

Os cientistas acreditam que a técnica para criar as células zumbis pode ser o futuro da nanotecnologia. O processo poderá ser usada comercialmente, na indústria de células de combustível, tecnologia de sensores ou descontaminação.


sábado, 27 de julho de 2013

O que são dentes do siso?


O que são dentes do siso?
Dentes do siso são os últimos molares de cada lado dos maxilares. São também os últimos dentes a nascer, geralmente entre os 16 e 20 anos de idade.

Como os dentes do siso são os últimos dentes permanentes a aparecer, geralmente não há espaço suficiente em sua boca para acomodá-los. Isto pode fazer com que os dentes do siso fiquem inclusos - dentes presos embaixo do tecido gengival por outros dentes ou osso. Se os dentes estão inclusos, pode ocorrer inchaço ou flacidez.

Os dentes do siso que erupcionam apenas parcialmente ou nascem mal posicionados também podem causar apinhamento e outros problemas. Como os dentes removidos antes dos 20 anos de idade têm raízes em menor estágio de desenvolvimento e causam menos complicações, recomenda-se que as pessoas entre 16 e 19 anos tenham seus dentes do siso examinados para verificar se precisam ser removidos.
Como são extraídos os dentes do siso?
A extração se faz de forma rotineira. Seu dentista pode recomendar anestesia geral ou local. Após a extração do dente (ou dentes), você precisará morder suavemente um pedaço de gaze durante 30 a 45 minutos após deixar o consultório, para estancar qualquer sangramento que possa ocorrer.

Você poderá sentir um pouco de dor ou inchaço, mas que passará naturalmente após alguns dias; no entanto, você deverá ligar para seu dentista se houver dor prolongada ou intensa, inchaço, sangramento ou febre.

A extração dos dentes do siso devido ao apinhamento ou fato de estarem inclusos no osso maxilar não afeta a suva mordida ou a sua saúde bucal no futuro.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Textos da Bíblia foram escritos por impostores, diz estudioso

Segundo Bart D. Ehrman, 11 livros do Novo Testamento foram escritos por pessoas desconhecidas.
A Bíblia não só é o livro mais vendido do mundo como também é alvo de todo tipo de estudo, passando por historiadores, antropólogos, religiosos, teólogos e por aí vai. Há, porém, uma pesquisa recente que está gerando polêmica: o norte-americano Bart D. Ehrman publicou um livro no qual afirma que 11 livros do Novo Testamento foram escritos por impostores. O autor explica, em trechos de entrevista publicados no portal Paulopes, que “havia muita gente no mundo antigo que recorreu à mentira por achar que estava prestando um serviço”. O artigo em questão usa como exemplo alguns trechos atribuídos ao apóstolo Paulo, no livro Timóteo, relatando o momento de sua execução.

 Forjado?
E aí é que entra o autor Ehrman, explicando os relatos a respeito da morte do apóstolo Paulo, inventados e colocados na Bíblia, com falas que nunca foram comprovadas como sendo desse apóstolo; além dos trechos escritos pelos apóstolos Pedro e João, que eram, inclusive, analfabetos. O livro de Ehrman chama-se “Forjado” e semeia a ideia de que, na época em que foram escritos, os livros da Bíblia não tinham autores – como muitas obras escritas então –, e foi apenas com o passar do tempo que os nomes foram adicionados por copistas.

 Algumas contradicões:

O autor usa como base de comparação uma contradição presente em Coríntios 1, quando, em um primeiro momento, Paulo diz às mulheres que elas devem ir à igreja e depois fala que o melhor é ficar em casa e pedir informações aos maridos, se quiserem. De acordo com Ehrman, essa é uma evidência de que os dois textos não foram escritos pelo mesmo autor. Segundo Ehrman, essa prática de escrever textos bíblicos e assinar como se fossem de alguma personalidade religiosa conhecida era comum entre os povos daquele tempo, que precisavam estabelecer padrões de religião e, consequentemente, de sociedade. O que você acha?

domingo, 19 de maio de 2013

Fim do dilema: a galinha veio primeiro




Cientistas britânicos afirmam que o ovo só existiu depois da ave; proteína é a base da descoberta
Edimburgo (Reino Unido) - Quem nasceu primeiro: o ovo ou a galinha? A dúvida que serve de inspiração para comerciais e brincadeiras até hoje está perto de ser esclarecida. Pelo menos é o que dizem os cientistas da Universidade de Sheffield e Warwich.
Conclusões passadas davam conta de que seria o ovo, graças a evolução onde dois animais semelhantes (sem ser galinhas) teriam cruzado e originado um ovo que se tornaria a primeira galinha.

No entanto, uma nova descoberta aponta que a galinha veio primeiro. Segundo os cientistas a formação da casca do ovo depende de uma proteína que só é encontrada nos ovários deste tipo de ave. Portanto, o ovo só existiu depois que surgiu a primeira galinha. A proteína – chamada ovocledidin-17 (OC-17) – atua como um catalisador para acelerar o desenvolvimento da casca. A sua estrutura rígida é necessária para abrigar a gema e seus fluidos de proteção enquanto o filhote se desenvolve lá dentro.

A descoberta foi revelado no documento “Structural Control of Crystak Nuclei by Eggshell Protein” – em tradução livre: Controle Estrutural de Núcleo de Cristais pela Proteína da casca do ovo.
Na pesquisa foi utilizado um super computador para visualizar de forma ampliada a formação de um ovo. A máquina, chamada de HECToR, revelou que a OC-17 é fundamental no inicio da formação da casca. Essa proteína é quem transforma o carbonato de cálcio em cristais de calcita, que compõe a casa do ovo. Dr. Colin Freeman, do Departamento de Engenharia Material da Universidade de Sheffield, constatou: “Há muito tempo se suspeita que o ovo veio primeiro, mas agora temos a prova científica de que, na verdade, a galinha foi a percussora.”

Para o professor John Harding, o estudo poderá servir como base para outras pesquisas. “Entender como funciona a produção da casca de ovo é interessante, mas também pode ser pista para a concepção de novos materiais e processos”, disse ele. “A cada dia a natureza nos mostra suas solução inovadoras para todo o tipo de problema que ela encontra. Isso só comprova que podemos aprender muito com ela”, finalizou o professor.

O Olho da Providência




Olho que Tudo Vê é um símbolo exibindo um olho cercado por raios de luz ou em glória, normalmente dentro de um triângulo. Costuma ser interpretado como a representação do olho de Deus observando a humanidade.

Na sua forma actual, o símbolo apareceu primeiro no oeste durante os século 17 e 18, mas representações do Olho que Tudo Vê pode ser encontrado já na Mitologia Egípcia, no Olho de Hórus. Em descrições do século XVII como o Olho da Providência algumas vezes aparece rodeado de nuvens. A adição posterior de um triângulo normalmente é visto como uma referência mais explícita da Trindade de Deus, no Cristianismo.

Em 1782 o Olho da Providência foi adoptado como parte do simbolismo no verso do Grande selo dos Estados Unidos da América. O Olho foi introduzido pelo comitê original do projeto em 1776, e foi desenvolvido de acordo com as sugestões do consultor artístico Pierre Eugene du Simitiere. Um dos principais motivos é sua larga adoção pela Maçonaria.

No selo, o Olho é cercado pelas palavras Annuit Cœptis, querendo dizer "Ele [o Olho da Providência] é favorável aos nossos empreendimentos. O Olho está posicionado acima de uma pirâmide inacabada com treze passos, representando a origem dos treze estados e o crescimento futuro do país. A combinação sugerida seria a de que o Olho, ou Deus, favorece a prosperidade dos Estados Unidos.

O Grande Selo é usado para endossar documentos oficiais de Estados Unidos. Como tal, é reproduzido, junto com o Olho de Providência, nas costas de cada nota de um dóllar.



O Olho que Tudo Vê também aparece como parte da iconografia da Maçonaria. O Olho que Tudo Vê é então um lembrete para os Maçons de que sempre são observados pelo Grande Arquiteto do Universo. Tipicamente o Olho Maçônico da Providência tem um semi-círculo de luz sob o olho — frequentemente com os raios incidindo para baixo. Às vezes, um triângulo é incluído ao Olho, mas isto é visto como uma referência à preferência do Maçom para o número três em numerologia. Outras variações do símbolo também podem ser achadas, com o olho sendo substituído pelas letras ‘G’, representando o Grande Arquiteto.

A primeira referência Maçônica oficial ao Olho está em O Monitoramento Maçônico por Thomas Smith Webb em 1797, alguns anos depois que o Grande Selo foi projetado. O uso Maçônico do Olho em geral não incorpora uma pirâmide, embora o triângulo seja incluído freqüentemente é interpretado como sendo parte.

Dos dezesseis signatários da Constituição norteamericana, somente nove Benjamin Franklin, William Ellery,John Hancock, Joseph Hewes, William Hooper, Robert Treat Paine, Richard Stockton, George Walton e William Whipple eram maçons. O jornal do website Escocês The Scottish Rite Jounarl cita Henry A. Wallace como segue, dizendo que após ter visto o quadro do Grande Selo, levou-o ao Presidente: Roosevelt, olhou a reprodução colorida do Selo, e o primeiro detalhe a lhe chamar a atenção foi a representação do Olho que Tudo Vê — uma representação Maçônica do Grande Arquiteto do Universo. A seguir, ficou impressionado com a idéia que a fundação para a nova ordem havia sido inscrita como 1776, mas seria completada somente sob o olho do Grande Arquiteto. Roosevelt, assim como eu, era maçom do 32.º grau. Sugeriu então que o Selo fosse posto na nota de dólar. A universidade do Estado de Iowa tem uma coleção de fotografias um dólar com as palavras “Um Símbolo do Novo Negócio. Henry A. Wallace”.